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"Um povo que não preserva suas tradições e origens, jamais será um povo livre"- Plinio Marcos

 

Brasil 1888 - 2008

120 Anos da Abolição dos Escravos

Na tarde de domingo, 13 de maio de 1.888, no Rio de Janeiro, a Princesa Isabel sancionou lei que pôs fim a mais de 300 anos de secravidão. Conforme o senador Sousa Dantas, havia mais de 600 mil escravos. Levantamento do Império mostra que, no pasado , eram mais de 700 mil. A lei JoãoAlfredo, mais chamada de Lei Àurea, foi aprovada em tempo recorde na Câmara dos Deputados e no Senado, apesar dos protestos dos poucos paralamentares contrários à abolição. Calcula-se que 5 mil pessoas concentraram-se diante do Paço da Cidade, para acompanhar a solenidade de assinatura. O povo cumprimentou o deputado Joaquim Nabuco, que de uma sacada, comunicou que não havia mais escravos no Brasil.

Campanha envolveu Monarquistas e Republicanos

O abolicionista Joquim Nabuco relata que o movimento pelo fim do trabalho escrevo servil no país concentrou-se inicialmente em clubes, lojas, maçÕnicas associações, cafése jornais, e só aos poucos estendeu-se àpopulação.Nese período, que durou de 1879 a 1884, diz ele, "os abolicionistas combateram sós, entregues aos seus próprios rescursos". Só mais tarde, discursos nas tribunas, artigos e poemas nos jornais nos jornais ajudaram a pressionar o Império para que fosse extinta a escravidão. Os republicanos, praticamente todos eles, eram abolicionistas, mas nemo todo defensor do fim do trabalho escravo preferia Rapéublica. Joquim Nabuco, Ruy Barbosa e Catsro Alves são grandes nomes do abolicionismo, que contou também com negros ilustres como André Rebouças, Jo´se do patrocionio, Luis Gama e Tobias Barreto. Gama chegou a ser vendido aos dez anos, como escravo, e se trasnformou em símbolo do movimento em São Paulo.

 

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Voltado para aulas e oficinas, África na Sala de Aula é um conjunto de peças que representam a cultura africana. O conjunto é formado por: instrumentos musicais, tecidos decorativos, livros, roupas, imagens de santos, livros, cédulas de dinheiro, moedas, selos, Cds, Dvds, cartazes, mapas de quilombos e painéis fotográficos entre outros. O material é uma importante ferramenta de apoio pedagógico para as escolas que exercitam o ensino da matriz africana em sala de aula. Para levar este material para dentro da sala de aula, o professor deve entrar em contato com Joel pelos telefones: (11) 9702. 92 .62 ou 2748. 49. 01 (após às 21hs).